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20 canções para recordar 2017 (7)

Seleção e textos: NUNO GALOPIM

Recordar episódios de 2017 através de um conjunto de vinte canções… Aqui fica uma primeira revista do ano… As canções vão surgir uma a uma, a cada novo dia…

É uma forma de revisitar um ano cheio de lançamentos. Vinte canções para evocar vinte episódios marcantes na história de 2017.

Vamos aqui apresentar estas escolhas, uma a uma, ao longo deste mês. Assim sendo, aqui fica mais uma…

“Far Away”, Alexander Search
A partir dos poemas de juventude de Fernando Pessoa, o pianista Júlio Resende concretizou um sonho de juventude e criou a sua banda pop/rock… Chamam-se Alexander Search, têm Salvador Sobral como vocalista, embora na verdade todos os músicos vistam ali a pele de personagens. Foi a maior revelação da música feita entre nós este ano. E este Far Away surge no alinhamento do álbum.

“Mourning Sound”, Grizzly Bear
Após um silêncio de quatro anos os Grizzly Bear reafirmam o seu lugar entre o firmamento indie pop com Painted Ruins, um álbum em tudo fiel à sua identidade, cheio de belas canções e pontualmente com piscadelas de olho mais… pop. Mourning Sound foi o segundo dos quatro temas que a banda apresentou nos meses que antecederam a edição do álbum.

“Cover Me”, Depeche Mode
Ecos de um mundo cada vez mais perturbante passaram este ano pelo disco mais político que os Depeche Mode alguma vez gravaram e que abriu pontes não só temáticas como também musicais com memórias de grandes álbuns criados pelo grupo em meados dos anos 80. Depois de Where’s The Revolution e Going Backwards, este Cover Me foi o terceiro single extraído do alinhamento de Spirit.

“Put Your Money on Me”, Arcade Fire
Lançado no verão, Everything Now foi, até agora, o disco dos Arcade Fire que dividiu mais as opiniões. A verdade é que ali apresentaram uma abordagem, e muito à sua maneira, a visões possíveis da canção pop. E desde quando é que isso pode ser mau? Pelo contrário… Este Put Your Money on Me é, inclusivamente, um dos temas mais irresistíveis de toda a obra da banda.

“City Lights”, de Blanche
Uma entre as canções que desfilaram na edição de 2017 do Eurovision Song Contest, a que representou a Bélgica não só sublinhou a boa colheita recente de propostas dali chegadas (e vale a pena recordar as canções de 2015 e 2016), como confirmou neste City Lights, que há um espaço cada vez mais presente para uma pop nova, elegante e capaz de fazer ali nascer canções que depois podem marcar o ano. Esta foi mesmo uma delas.

“Memories are Now”, Jesca Hoop
Tem 41 anos, vários discos editados e uma história de vida pela qual passam nomes de peso no mundo da música. Mas foi com o seu disco de 2017, Memories Are Now que a californiana nos disse que o mapa da música do nosso tempo teria de estar mais atento às suas canções. Esta é a canção que dá título ao disco (editado no primeiro trimestre do ano).

“Away Away”, Ibeyi
Ao seu segundo álbum a dupla de gémeas franco-cubanas Ibeyi assimilaram ensinamentos aprendidos em dois anos vividos entre palcos e fizeram de “Ash” um disco tão cativante nas formas musicais como poderoso nas palavras e ideias. Este foi um dos singles extraídos de um dos álbuns mais surpreendentes deste ano.

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