Estes foram dias de música, cinema e alegria
Texto: PEDRO PRIMO FIGUEIREDO
“Luzes, Câmara… Música!” foi o mote da edição deste ano, a nona do certame, e o programa incluiu concertos, workshops, conferências, projeção de filmes e projetos educativos, por exemplo. No total foram vendidos cerca de 27 mil bilhetes e 35 dos 64 concertos em sala tiveram lotação esgotada, divulgou o CCB no final do evento.
No que aos concertos diz respeito, houve palco para várias aventuras: recuperar temas clássicos de filmes clássicos do cinema português, o papel de Mozart em África Minha ou as canções no cinema francês foram paragens obrigatórias para muitos. A obra de Ennio Morricone foi também destaque em vários concertos – Mário Laginha, por exemplo, tocou ao piano temas do compositor italiano.
A Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra Sinfónica Portuguesa protagonizaram alguns dos mais concorridos momentos, mas estes Dias da Música são também espaço para a novidade e para os jovens talentos – com efeito, foram cerca de 1700 os músicos que marcaram presença ao longo dos três dias de atividades.
Momentos para crianças, conversas de valor acrescentado, concertos para melómanos de maior estofo e todo um dinamismo que a chuva não derrotou: a edição de 2015 dos Dias da Música foi um sucesso artístico e de notoriedade pública.
No concerto de encerramento, no domingo à noite, houve lugar à Marcha Imperial e ao tema principal da saga Guerra das Estrelas, obra de John Williams. Para a edição de 2016, será dada uma “volta ao mundo em 80 concertos” nos Dias da Música, foi já anunciado.

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