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Os melhores filmes de 2015, por Nuno Carvalho

Muito do melhor cinema de 2015 não veio de Hollywood. Aliás, dois dos grandes filmes do ano têm origem russa: “Leviatã” e “É Difícil Ser Um Deus”.

Muito do melhor cinema de 2015 não veio de Hollywood. Aliás, dois dos grandes filmes do ano têm origem russa: Leviatã, de Andrei Zvyagintsev, um retrato da corrupção como mal moral que ataca onde menos se espera, e É Difícil Ser Um Deus, de Aleksei German, que por cá foi olimpicamente ignorado (talvez por ser representado por uma distribuidora “pequena” que não goza do mesmo poderio financeiro de outras…) Também o cinema português provou a sua boa saúde criativa, com Miguel Gomes e João Salaviza a assinarem duas das melhores obras do ano. E o cinema brasileiro, sempre muito interessante, deu-nos a ver em Beira-Mar, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, um outro lado do Brasil que contraria a imagem comum e estereotipada de país da alegria, do sol e da extroversão calorosa (o filme passou no Queer Lisboa, mas terá estreia por cá em 2016).

1. “Leviatã”, de Andrei Zvyagintsev
2. “É Difícil Ser Um Deus”, de Aleksei German
3. “As Mil e Uma Noites”, de Miguel Gomes
4. “Timbuktu”, de Abderrahmane Sissako
5. “Montanha”, de João Salaviza
6. “As Nuvens de Sils Maria”, de Olivier Assayas
7. “Jaula de Ouro”, de Diego Quemada-Díez
8. “Deus Branco”, de Kornél Mundruczó
9. “O País das Maravilhas”, de Alice Rohrwacher
10. “Beira-Mar”, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon

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