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Suede lançam “Night Thoughts” no dia 22 deste mês

Texto: RITA ROCHA

Os Suede estão de volta com o álbum Night Thoughts. A edição está marcada para dia 22, mas algumas das canções já estão online para descobrir uma nova fase da banda britânica.

Outsiders foi o primeiro single a ser conhecido deste disco, ainda em 2015, mas No Tomorrow, Like Kids e Pale Snow também já estão disponíveis, com telediscos que mostram partes de um filme que foi produzido para todo o alinhamento do álbum.

O que se pode esperar deste novo disco dos Suede depois de Bloodsports, editado em 2013? Conhecer um lado mais privado da banda liderada por Brett Anderson.

Night Thoughts não é mais pessoal [do que Bloodsports], mas mais vulnerável, porque algumas das canções são sobre partes muito privadas da minha vida. É estranho, porque eu falo em muitas coisas no disco que não gosto de falar. Bloodsports era sobre a arte de uma relação, do início ao fim”, disse Brett Anderson, em entrevista disponibilizada no canal oficial da banda no YouTube, acompanhado por dois elementos da banda, Mat Osman e Neil Codling, além do produtor do disco Ed Buller e do realizador Roger Sargent.

Porque os tempos são outros e a vida se transformou, as letras falam agora dos temas que lhe são próximos, como a família, e começa logo pelo título do álbum.

“O título é uma referência àqueles momentos em que estás acordado às 4 da manhã e o mundo parece um sítio horrível, brutal e assustador”, explicou Anderson, referindo-se àquilo que pode acontecer às pessoas de quem mais gosta e como isso o poderia destruir.

A relação com os pais e agora a forma como atua com os filhos passam por várias das letras de Night Thoughts, mas Brett Anderson não se importa de ouvir novas interpretações sobre aquilo que escreveu.

“Eu adoro que as canções sejam reinterpretadas. Embora eu tenha escrito as letras destas canções, a minha visão não é absoluta. Gosto de todas as interpretações de outras pessoas”, disse.

Ed Buller, produtor de Night Thoughts, acredita que este é um disco mais arriscado. “Demos ao público o que queriam com Bloodsports. Agora é o momento de nós nos divertirmos”, disse na mesma entrevista no YouTube.

Mas o produtor relembra que, em 1994, Dog Man Star também foi um disco arrojado, mas a banda atravessava um período de grande “autoconfiança” e nem questionava o que estava a fazer.

“Agora, quando estamos mais velhos, temos tendência em questionar o que estamos a fazer. É esta a abordagem certa? Acho que este foi um disco muito corajoso de fazer”, disse ainda.

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