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Duplex Longa (1990)

Texto: NUNO GALOPIM

Dupla nascida em finais dos anos 80, os Duplex Longa têm no seu álbum “Forças Ocultas” uma das boas memória da produção alternativa da música portuguesa daquela etapa.

Carlos Raimundo era baixista nos Napalm Climax e Mário Resende ´, violinista com experiência já feita nos Seres e Croix Sainte. Juntos como
Duplex Longa protagonizaram uma das mais interessantes e diferentes entre as carreiras nascidas entre finais dos oitentas e inícios dos noventas nos espaços da música alternativa nacional.

Em casa, com equipamento próprio, gravam um álbum que começa por ser destinado a edição através da independente Potlacht mas que, e já depois de terem vencido em 1991 o concurso Novos Valores pela Cultura, chega finalmente a disco, em CD, pela MTM. Com o título Forças Ocultas o disco inclui participações de Rodrigo Amado e Anabela Duarte, com quem chegam a passar pelo palco do Instituto Franco Português.

Da carreira dos Duplex Longa vale a pena lembrar também memórias registadas, como esta, num teledisco criado em 1990 por José Pinheiro e Bruno Niel para o programa Pop Off, quase dois anos antes do álbum ter chegado aos escaparates.

1 Comment on Duplex Longa (1990)

  1. Nesses passados tempos acreditava que “a dor de cotovelo, ou mais precisamente a inveja, amainasse”!
    Mas (a adversativa na língua portuguesa) tal não aconteceu, esta agudizou-se pois o mediano ou o medíocre tudo fez para quem quer que fosse diferente ou até melhor (talvez) o “cotovelo” gera um novelo de promiscuidade maldosa, ou seja, discriminatória, racista, ou uma inconsciente atitude fascista.
    Se todo o artista é em prole da cultura, deveria ser respeitado, nunca rejeitado como um judeu num campo de concentração nazi, pois foi isso que senti (e não sou judeu, pois se fosse sofria muito mais).
    Ninguém quer saber da boa vontade ou do altruísmo, mas tudo luta pela fama, e pelo egoísmo.
    Por isso para lutar contra o egoísmo e com todo o meu altruísmo, apenas coloquei no meu podcast as 35 sonatas para violino solo cujas últimas 10, talvez daqui por 100 anos ou mais, um português (de preferência) ou um estrangeiro as consiga tocar.
    Depois da gravação, rasguei e inutilizei para sempre as partituras, para que fique apenas a minha interpretação áspera e de sofrimento pelo que passei “neste campo de concentração que é Portugal”!
    Podem ouvir se o desejarem em Mário Teixeira`s Podomatic.com.
    O EX Croix Saint, Seres, Duplex….etc, pois como compositor desde os 14 anos de idade o Museu Nacional da Música tem lá um espólio de composições para variadíssimos tipos de orquestras para serem tocadas ininterruptamente em dois anos, no mínimo, se desejarem entrar para o Giness Book. Doei tudo ao Povo Português e ao Mundo, porque mesmo insatisfeito e desiludido com os meus conterrâneos, deixo-lhes até ao fim das suas vidas e para as gerações futuras a “tomada de consciência”, e as obras que dediquei a todo o Ser Humano, sem exceção.
    Bem hajam a todos,
    Sejam cordiais e humanos, pois a vida é para ser amada em todos os pormenores mais sentidos.
    Mário

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  1. Duplex Longa “Forças Ocultas” (1990) | joaomarques67

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