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Os 10 melhores filmes de Martin Scorsese

Seleção e textos: JOÃO SANTANA DA SILVA

No ano em que se comemora o 40.º aniversário de “Taxi Driver” e em que se aguarda o novo filme sobre jesuítas portugueses no Japão, fazemos uma retrospetiva da carreira do realizador norte-americano.

1. “Taxi Driver” (1976)
Em primeiro lugar nesta lista está o incontornável Taxi Driver. O quadragésimo aniversário oferece-lhe uma aura quase mágica que pode ofuscar o brilho da obra de génio, mas, como todos os grandes filmes, parece sobreviver ao passar do tempo, mantendo toda a sua força. A ideia veio de Paul Schrader, que Brian de Palma apresentou a Scorsese, e que lhe deu o argumento. Scorsese tinha, há muito, pensado fazer um filme sobre Os Cadernos do Subterrâneo de Dostoievsky, e este foi o mais próximo disso. Por outro lado, De Niro tinha tentado escrever um guião sobre um assassinato político. Todas as ideias de juntaram aqui. Travis Bickle (Robert De Niro) é um veterano do Vietname regressado à “civilização” em Nova Iorque, mas não consegue dormir nem adaptar-se à cidade que considera “suja” pela “maior escumalha”, por isso torna-se taxista. É nessas voltas pela noite nova-iorquina que conhece Betsy (Cybill Shepherd), uma mulher pura, vestida de branco e aparentemente imune à sujeira da cidade (“They. Cannot. Touch. Her”, escreve Travis no seu diário) que surge como um anjo na vida do protagonista. Após perceber que não a pode salvar, por ser afinal uma mulher impura, Travis sente a urgência de dedicar a sua vida a salvar outra. Neste caso a inocente Iris, a “doce” Iris (Jodie Foster). A progressiva decadência mental de Bickle, que se arma até aos dentes (dando origem à famosíssima cena defronte do espelho) e se prepara para um desfecho sangrento, no combate contra Sport (Harvey Keitel), o proxeneta que impede Iris de ser a futura mulher pura que Travis tem esperança que ainda existe. Filmado como uma grande sequência de sonho e pesadelo que reflete as emoções de Travis Bickle, Taxi Driver é uma monumental obra de sintonia entre cor, planos reveladores (a parte de trás da cabeça do taxista, dentro do carro, mostra a sua vulnerabilidade) e música. Para esta última, foi decisiva a colaboração de Bernard Herrmann, que Scorsese descreveu como “um velhinho maravilhoso, mas excêntrico e com manias”, que morreu na noite em que terminou a música para este filme. O resultado é, talvez, o filme mais forte sobre a solidão na cidade e a urgência de ter uma missão na vida. Um verdadeiro murro no estômago que valeu a Palma de Ouro, a aclamação crítica e um fascínio ambivalente pela violência do destino de Bickle.

2. “O Touro Enraivecido” (1980)
Para muitos, Raging Bull é mesmo o melhor filme de Martin Scorsese. A sua obra-prima. De facto, menos de uma década volvida de Mean Streets e Taxi Driver, os recursos do cineasta parecem ter atingido uma maturidade e uma segurança que não eram ainda óbvias nos seus filmes da década de 70, bem como em muitos da sua geração. Nesta história, pega na vida e carreira do pugilista real Jake La Motta, numa das interpretações da vida de Robert De Niro, e torna-a real, brutal e fascinante no grande ecrã. La Motta é um pugilista de Nova Iorque nos anos 40, cuja atitude, resiliência e fúria dentro do ringue – como um “touro enraivecido” – rapidamente o levam perto do topo. Para chegar ao topo, no entanto, cede à tentação de se ligar a gangsters que lhe dão o combate do título, ao mesmo tempo que o fazem sentir que perdeu a alma e o atiram para um espiral de relações violentas com a mulher Vickie (Cathy Moriarty) e o irmão (Joe Pesci). É a estreia de Joe Pesci a trabalhar com Scorsese, mas a verdadeira estrela acaba mesmo por ser De Niro, que treinou durante um ano para se tornar um pugilista credível (ganhou mesmo combates a sério em Nova Iorque) e ganhou cerca de 30 quilos para interpretar La Motta no ocaso da sua vida e fama. Os planos de Scorsese são evocativos de Taxi Driver em alguns momentos e de clássicos noir em muitos outros (o próprio filme é em preto e branco), mas são as sequências dos combates aquelas mais memoráveis. A relação com o irmão homenageia Há Lodo no Cais, de Elia Kazan, havendo mesmo espaço para La Motta recitar momentos do mesmo. E até o realizador tem aqui uma via para a expiação. Tendo pegado no projeto após um casamento falhado e um filme que teve péssima crítica e reação do público – New York, New York (1977) –, Raging Bull foi também o momento de redenção artística de Scorsese, que aqui ganhou a imortalidade.

3. “Tudo Bons Rapazes” (1990)
Quando falamos de Martin Scorsese, poucas serão as pessoas que, ao ouvir o nome, não se lembrarão de Goodfellas – Tudo Bons Rapazes. Da mesma forma, se alguém tentar imaginar um gangster italo-americano, facilmente se lembrará de alguma personagem de O Padrinho ou deste filme, tal é o impacto que teve na cultura popular e na imagem que se tem da máfia norte-americana. Aliás, é sabido que a influência é tal que já são os próprios gangsters a imitar os maneirismos caricaturados em Goodfellas – mesmo as personagens da série Os Sopranos foram buscar muitos desses maneirismos. A ideia deste filme sobre o crime organizado entre a comunidade italo-americana em Nova Iorque surgiu a Scorsese durante a rodagem de A Cor do Dinheiro (1986), quando obteve uma cópia do livro de não ficção Wiseguy, de Nicholas Pileggi (também autor do livro que originou Casino, em 1995). Foi com Pileggi que o realizador escreveu o argumento, que se manteve bastante fiel às figuras reais descritas no livro. Nele, Henry Hill (Ray Liotta) expia os pecados inconfessados de muitos miúdos nova-iorquinos, afirmando que “As far back as I can remember, I always wanted to be a gangster”. É “adotado” no mundo do crime por Jimmy Conway (Robert De Niro), ao mesmo tempo que trava amizade com Tommy DeVito (Joe Pesci). O filme, correndo sempre a um ritmo elevado, pretende transmitir-nos a ideia de vidas cheias, com acesso permanente a dinheiro, festas e mulheres, mas que caminham igualmente rápido para desfechos violentos. Nomeado para tudo o que há de prémios, ainda ganhou os mais importantes em Veneza, Los Angeles e nos BAFTA. Está entre as poucas obras de Scorsese a ter o elogio dos críticos a par de verdadeiro êxito junto do público e nas bilheteiras, e coroado em vários festivais importantes.

4. “O Rei da Comédia” (1983)
Depois de realizar Raging Bull, e da consagração junto da crítica e da academia (apesar da escassez de prémios, uma constante na sua carreira), Scorsese lançou-se num projeto com texto de Paul D. Zimmerman, sobre um aspirante a comediante – aliás, a estrela de televisão, seja ou não pela comédia – que não olha a meios para conseguir a fama. A personagem principal, Rupert Pupkin (interpretada por Robert De Niro), resolve, para isso, raptar um famoso talk show host, Jerry Langford, interpretado pelo gigante da comédia Jerry Lewis. Scorsese pensou, inicialmente, em Johnny Carson (histórico apresentador do The Tonight Show), mas este recusou. Ainda pensou em Sinatra ou Dean Martin, mas a escolha acabou por recair em Lewis. O elenco, à primeira vista discreto, faz um trabalho brilhante, sobretudo Sandra Bernhard, que interpreta Marsha, a cúmplice de Pupkin com uma obsessão pela personagem de Jerry Lewis. Também Catherine Scorsese, mãe do realizador, tem uma participação memorável numa das melhores cenas, ouvindo-se apenas a sua voz pedindo a Pupkin – aos berros – que baixe o som do seu ensaio “faz-de-conta” na cave. O resultado de tudo isto é um filme sobre a então recente fixação social pela celebridade e o seu impacto em pessoas marcadas por uma grande solidão (“Better to be king for a night than a schmuck for a lifetime”, diz o protagonista). Pupkin, tal como Travis Bickle em Taxi Driver, é um homem solitário com uma missão na vida, embora sem pensar no bem alheio, ao contrário daquele. Elogiado pela crítica e nomeado para Cannes, foi, no entanto, um absoluto flop de audiências, votando-o mais a filme de culto do que ao rol de êxitos de Scorsese.

5. “Nova Iorque Fora de Horas” (1985)
Após muito tempo a tentar levar avante, sem sucesso, A Última Tentação de Cristo com a Paramount, Scorsese decidiu “dar um tempo” na relação com esse projeto. Para além disso, após Raging Bull, as coisas não andavam a correr bem comercialmente, já que The King of Comedy tinha sido um fracasso de bilheteiras. O escape foi sair do circuito dos grandes estúdios e juntar-se a um pequeno projeto independente, baseado numa história escrita por um aluno da Universidade de Columbia, Joseph Minion. Nessa história, um empregado de escritório com um trabalho monótono em Nova Iorque conhece uma rapariga num café e resolve combinar encontrar-se com ela à noite, para apenas se perder no caminho para o encontro no SoHo e meter-se em situações surreais. O argumento tinha sido adquirido pelos atores Griffin Dunne (Um Lobisomem Americano em Londres, de John Landis) e Amy Robinson e foi esta que o fez chegar a Scorsese, que gostou e aceitou fazer After Hours (ou Nova Iorque Fora de Horas). Nasceu, então, esta brilhante comédia negra que consegue ser, simultaneamente, certinha, ilógica e deliciosamente mágica (um dos finais pensados seria vermos Paul, o protagonista, entrar de corpo inteiro para o ventre de uma mulher). O realizador foi buscar Michael Ballhaus, cuja cinematografia já tinha estado ao serviço de R. W. Fassbinder e que, segundo Scorsese, foi um dos grandes trunfos do projeto. O final só foi mesmo decidido no fim, e após consultar boa parte da equipa de produção, Spielberg, Terry Gilliam e o realizador Michael Powell, que deu a ideia para o desfecho definitivo. Estranhamente, é um dos filmes de Scorsese mais ignorados pelo público, raramente associado aos “top 10” das suas obras. Ainda assim, ganhou o prémio de Melhor Realizador em Cannes. Independentemente dos prémios, esta “paródia do estilo de Hitchcock” (como Scorsese o caracterizou) é uma pérola dos anos 80 e um dos melhores filmes da carreira do realizador.

6. “A Minha Viagem a Itália” (2001)
Em 1995, Martin Scorsese tinha realizado um discreto (mas longo) documentário sobre o cinema norte-americano, intitulado A Personal Journey, no qual comenta, de forma muito pessoal mas com várias notas técnicas, filmes e realizadores desde D. W. Griffith a Stanley Kubrick, terminando no final da década de 1960 (quando começou a fazer filmes) porque não queria falar sobre si mesmo e os seus contemporâneos. O sucesso junto da crítica foi tal que resolveu lançar-se noutra viagem, esta ainda mais “pessoal”, mas a Itália. Revendo, comentando e explicando o contexto de várias cenas de filmes italianos, Scorsese celebra (e dá a conhecer a quem nunca se dedicou ao cinema clássico daquele país) a obra de Visconti, Antonioni, Fellini e, sobretudo, a fase neorrealista com Vittorio De Sica e Roberto Rossellini. Este último merece especial atenção do realizador. Para além de ser uma masterclass com poucos ou nenhuns documentários sobre cinema que se lhe possam comparar, é um dos filmes mais pessoais de Scorsese. Muito mais do que as ligações que faz entre breves momentos e pequenos detalhes técnicos destes filmes e a inspiração para os seus, é a narração que faz do impacto que tiveram em si mesmo nos momentos em que os viu. Desde criança, na sala de cinema, a ver a sexualidade de Sophia Loren ou de Ingrid Bergman a encher a tela à sua frente até ao momento em que, testemunhando a magia daquelas obras-primas, soube que queria fazer filmes. Sentimentos que revisita em A Minha Viagem a Itália.

7. “A Última Tentação de Cristo” (1988)
Terá sido após a rodagem de Boxcar Bertha – Uma Mulher da Rua, em 1972, que Scorsese começou a ler o livro de Nikos Kazantzakis intitulado A Última Tentação de Cristo, que lhe foi oferecido por Barbara Hershey e David Carradine. E terá sido também aí o início da sua aventura em busca de financiamento para adaptar esta obra ao cinema. Por várias vezes tentou obter apoio mas esbarrou sempre no elevado custo de hipotéticas filmagens em locais como Israel ou Egipto. Em 1983, houve uma primeira tentativa falhada com a Paramount enquanto produtora, mas algumas diferenças de visão – Scorsese não queria fazer um peplum, um épico bíblico, mas antes “conhecer melhor Jesus” – e a saída de Irwin Winkler do projeto acabaram com a colaboração. Apenas em 1988, graças à insistência de Martin e a uma pouco conhecida produtora canadiana (a Cineplex Odeon), se levou a cabo o projeto. Rodado em Marrocos e em duras condições (uma grua perdida na alfândega, calor extremo, exteriores com demasiada luz, entre outras), A Última Tentação de Cristo é um dos filmes mais pessoais de Scorsese e, simultaneamente, um dos mais polémicos. Nele, segue a vida de Jesus Cristo (Willem Dafoe naquela que poderá ser a melhor interpretação de sempre do nazareno) e a sua evolução de carpinteiro ao serviço dos romanos e das encomendas de cruzes para crucificações a um homem com uma missão divina, a de expiar os pecados dos homens e, assim, cumprir o seu destino espiritual. Inicialmente, quer apenas ser deixado em paz e, perto do final, é tentado pelo Diabo a descer da cruz e a consumar os seus desejos pessoais: ter uma família com Maria Madalena e viver uma vida terrena descansado. Também Scorsese teve, em tempos, esta tentação, já que esteve quase a seguir a vida religiosa e a tornar-se padre católico. E essa dicotomia entre terreno e espiritual, puro e impuro, pecado e redenção, está presente em muitos dos seus filmes iniciais, de Mean Streets – Cavaleiros do Asfalto até este. Para os mais atentos, o filme está repleto de bónus, desde a eclética banda sonora de Peter Gabriel a David Bowie enquanto Pôncio Pilatos.

8. “The Departed – Entre Inimigos” (2006)
Possivelmente ombreará com O Lobo de Wall Street (2013) pelo lugar de destaque entre os melhores filmes de Scorsese já no século XXI. Mas a forma como foi aguardado, visto como o regresso de Scorsese “às ruas” e à narrativa sobre o mundo dos criminosos, e aplaudido por não defraudar essas mesmas expectativas, faz de The Departed o provável “campeão” nesta fase da carreira do realizador. Adaptação de Internal Affairs, filme de 2002 produzido em Hong Kong, The Departed atira-nos para o centro do furacão do crime organizado de Boston (uma das poucas aventuras de Scorsese noutras cidades dos EUA) e para os percursos simultâneos dos agentes da polícia William Costigan (Leonardo DiCaprio) e Colin Sullivan (Matt Damon). O ritmo constante, seguro e sem pressas do filme mantém, no entanto, um nível alto de tensão, já que estes dois percursos individuais, que quase se cruzam em vários pontos, vão em sentido contrário: Costigan é um agente infiltrado num gangue de “irlandeses”, Sullivan uma toupeira introduzida no FBI para espiar a favor do mesmo gangue. O denominador comum a ambos é Frank Costello, interpretado pelo veterano Jack Nicholson e inspirado em Whitey Bulger, um mafioso real que ficou famoso pela estreita colaboração com um agente daquela agência, com o qual tinha crescido. Apoiado em momentos de extrema violência, plot twists que vão deixando o final cada vez mais incerto, uma montagem muito competente e um elenco experiente (há ainda Martin Sheen, Alec Baldwin, Mark Wahlberg e Vera Farmiga), está seguramente entre os melhores filme de Scorsese. Para além disso, é a terceira colaboração de DiCaprio com este (após o algo caricato Gangues de Nova Iorque e o subvalorizado O Aviador, na qual interpreta brilhantemente Howard Hughes), sucedendo a Robert De Niro como “musa” de Scorsese. O rei está morto, viva o rei.

9. “Italianamerican” (1974)
É um dos filmes menos óbvios da carreira de Scorsese e, de certa forma, um dos menos importantes na sua evolução e maturação enquanto realizador. Mas é também a primeira vez que o realizador nova-iorquino abre as portas da sua vida, permitindo ao espectador lançar-se numa viagem pelo meio em que Scorsese cresceu, e no qual reuniu os temas e as motivações para os seus filmes e as personagens que os povoam. O “veículo” que nos transporta nessa viagem é a vida de Charles e Catherine Scorsese, pais do realizador e personagens idiossincráticas que, na sua simplicidade e pequenas discussões em plena rodagem, sugerem pistas para perceber a dinâmica das relações e diálogos nos argumentos do filho. Documentário minimalista sobre a experiência pessoal dos Scorsese séniores, divide-se entre as entrevistas a estes na sala do seu apartamento em Elizabeth Street, fotografias pessoais e imagens de arquivo que documentam não só a experiência dos Scorsese enquanto imigrantes sicilianos (os pais de Martin já são a segunda geração destes imigrantes) e Nova Iorque mas, sobretudo, um exemplo da experiência dos italo-americanos do título. É um dos primeiros passos para os excelentes documentários do realizador, um primeiro contacto com os seus pais (que terão várias participações nos seus filmes) e com o lado caseiro dos lares de Little Italy. Como bónus, Catherine Scorsese ainda ensina a fazer almôndegas com molho de tomate, cuja receita é mostrada nos créditos finais.

10. “Casino” (1995)
Rodado poucos anos depois de Goodfellas (Tudo Bons Rapazes), corre o risco de ficar à sombra daquele e engavetado e esquecido no rol de filmes de Scorsese passados no cenário do crime organizado nos Estados Unidos – sempre com um carinho especial pelos italo-americanos. No entanto, qualquer amante de cinema que o veja pela primeira vez ou reveja pela décima tem de conceder que é um dos filmes mais bem conseguidos do realizador a ter, simultaneamente, sucesso (e bastante) nas bilheteiras. Depois da narração cínica de Henry Hill (Ray Liotta) em Goodfellas, e muito antes da utilização do mesmo recurso com o protagonista de O Lobo de Wall Street, Ace Rothstein e Nicky Santoro (Robert De Niro e Joe Pesci) partilham a responsabilidade de explicar o fio dos acontecimentos desta história de apogeu e queda de um “homem forte” de Las Vegas, responsável por um casino e progressivamente mais enredado nas querelas entre gangsters rivais e na ganância dos seus próprios sócios. O argumento é escrito por Scorsese e Nicholas Pileggi (baseado num livro deste), que assim repetem a parceria de Goodfellas.

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3 Comments on Os 10 melhores filmes de Martin Scorsese

  1. Só um apontamento: Martin Scorsese ganhou o prémio de melhor realização com Nova Iorque Fora de Horas na edição de 1986 em Cannes mas o filme não ganhou a Palma de Ouro. De resto concordo que é um filme injustamente esquecido e, talvez, um dos primeiros filmes do realizador que vi em miúdo na RTP.

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  2. Obrigado. Pouco depois, reparámos nesse lapso e o seu comentário confirmou. A Palma de Ouro foi ganha mas por “Taxi Driver”. Já foi corrigido.

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  3. “Italianamerican” (1974) não conheço, “A Minha Viagem a Itália” (2001) um excelente documentário, “Casino” (1995) bom mas não grande e “Rei da Comédia (1982) divertido mas longe de ser um filme notável não os incluiria num Top Ten de “Marty” SCORSESE.

    Em sua “substituição” …
    “A Idade da Inocência” injustamente esquecido nos Oscares, “Cavaleiros do Asfalto” com grandes desempenhos de Robert de Niro e Harvey Keitel, “O Aviador” com um excelente Leonardo Di Caprio e “The Last Waltz” concerto de despedida dos The Band apoiados por uma belíssima mão cheia de convidados.

    abraço Nuno

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