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Percursos da BD pela ficção científica

Texto: NUNO GALOPIM

Dez obras de referência de ficção científica criadas entre 1945 e 2002 estão em destaque nesta nova edição especial da revista “Beaux Arts” dedicada aos universos da nona arte.

A revista Beaux Arts, que tem dedicado frequentemente edições especiais aos universos da nona arte, acaba de lançar um número dedicado à ficção científica que não esconde (e a capa deixa-o bem claro) que chega num ano em que se aguarda a estreia da adaptação ao grande ecrã, por Luc Besson, das aventuras de Valérian e Laureline, criação de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières com uma história de publicação que remonta a 1967 e que, com esta agenda de cinema pela frente, está a motivar não apenas a edição de uma nova integral em língua francesa como uma série de lançamentos traduzidos para inglês. Teremos em breve ecos desta mesma “Valerianmania” em Portugal?…

Edição de 156 páginas, a revista seleciona e apresenta detalhadamente dez títulos clássicos e de referência para a ficção científica em banda desenhada e junta ainda, como um dos seus principais argumentos, a apresentação de cinco pequenas histórias completas.

Segundo um modelo muito semelhante (e porque em ideia que ganha não se deve mexer muito) ao do seu número especial “Les Secrets des Chefs-d’oeuvre de la BD” e vincando, além do calendário das estreias de cinema com Valerian na linha do horizonte o efeito do grande impacte da exposição dedicada a Hergé no Grand Palais (Paris), esta edição especial da Beaus Arts seleciona como dez títulos de referência os livros Les Pioners de L’Esperance (1945) de Roger Lécureux e Raymond Poïvet, L’Eternaute (1957) de Héctor Osterheld e Victor Solano Lopez, Les Naufragues du Temps (1964) de Jean-Claude Forest e Paul Gillon, Lone Sloane (1966) de Jacques Lob, Benjamin Legrand e Philippe Druillet, a série Valerian e Laureline (iniciada em 1967) de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières, a trilogia Nikopol (1978) de Enki Bilal, a série O Incal (1980) de Alejandro Jodorovsky e Moebius, Transperceneige (1982) de Jacques Lob, Benjamin Legrand e Jean-Marc Rochette, Akira (1982) de Katsuhiro Otomo e Y: The Last Man (2002) de Brian K. Vaughan e Pia Guerra.

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