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Segunda edição do Close-Up – Observatório de Cinema sob o mote da viagem

O 2º episódio do Close-Up – Observatório de Cinema vai realizar-se de 14 a 21 deste mês, na Casa das Artes, em Famalicão, tendo nesta segunda edição a viagem como “mote organizativo transversal às diferentes secções temáticas”. Durante oito dias, a mostra apresentará 40 sessões, incluindo antestreias e projeções especiais, comentadas por realizadores, jornalistas, investigadores e programadores.

As noites de abertura e de encerramento apresentam filmes-concertos em estreia, encomendas do Observatório de Cinema: O Homem da Câmara de Filmar (1929), de Dziga Vertov, pelos Sensible Soccers, e três curtas de Reinaldo Ferreira (o Repórter X), pelos Dead Combo.

A restante programação está dividida por secções. Na secção-mote, Tempo de Viagem, poderão ser vistos, entre outros, filmes como O Espectador Espantado (3D), de Edgar Pêra, em antestreia, ou As Acácias (2011), de Pablo Giorgelli, assim como títulos de nomes como Andrei Tarkovsky, Wim Wenders, Jim Jarmusch ou Werner Herzog.

A secção Histórias do Cinema divide-se por três cineastas: Larissa Shepitko, de quem poderemos ver Asas (1966) e Tu e Eu (1971), Wim Wenders e Peter Handke, com As Asas do Desejo (1987) e A Mulher Canhota (1978), e David Lynch, que será celebrado com os filmes David Lynch: The Art Life (2016), de Jon Nguyen, Olivia Neergaard-Holm e Rick Barnes, Twin Peaks: Os Últimos Sete Dias de Laura Palmer (1992) e Mulholland Drive (2001).

No feminino, a secção Fantasia Lusitana, dá-nos uma amostra do panorama da produção portuguesa nesta área, com a curta O Dia do Meu Casamento (2016), de Anabela Moreira, e o documentário Terceiro Andar (2017), de Luciana Fina, Eldorado XXI (2016), de Salomé Lamas, A Vingança de Uma Mulher (2012), de Rita Azevedo Gomes, Talvez Deserto, talvez Universo (2015), de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes, e uma sessão de curtas de Tânia Dias, com a antestreia de Arminda e a Câmara Escura, uma encomenda do Close-Up.

Com um diálogo entre obras contemporâneas e a história do cinema, o Close-Up propõe também um conjunto de filmes sob o tema da infância e juventude. Entre eles contam-se Califórnia (2015), de Marina Person, O Espírito da Colmeia (1973), de Víctor Erice, A Tribo (2014), de Myroslav Slaboshpytskyi, American Honey (2016), de Andrea Arnold, Cama de Gato (2012), de Filipa Reis e João Miller Guerra, e Um Fim do Mundo (2013), de Pedro Pinho.

Há ainda a secção Cinema para Escolas, com Chaplin, Erice, Paulo Rocha, animação e masterclasses, para todos os graus de ensino e para professores, em articulação com os agrupamentos de escolas e o Plano Nacional de Cinema, e Sessões para Famílias, com filmes e workshops, “espaço para juntar gerações e cruzar disciplinas”.

No foyer da Casa das Artes estará patente, de 14 deste mês até dia 30 de novembro, a exposição de fotografia de André Príncipe O Perfume do Boi. Os bilhetes custam dois euros, sendo a entrada livre para estudantes, seniores e associados de cineclubes.

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